Em momentos de operações críticas, generais, analistas e estrategistas trabalham em turnos dobrados, sem tempo para sair dos prédios governamentais para comer. | Imagem: Foto: Montagem/Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC
'Índice da pizza' do Pentágono volta a subir e “prevê“ ataque dos EUA à Síria

'Índice da pizza' do Pentágono volta a subir e “prevê“ ataque dos EUA à Síria

O chamado 'Pentagon Pizza Index', em português 'Índice da Pizza do Pentágono', novamente ganhou repercussão neste sábado (10) ao indicar um pico repentino de pedidos em pizzarias próximas ao Pentágono e à Casa Branca durante o início da tarde. Mais precisamente às 13h47, no horário local, pouco antes dos EUA atacarem o Estado Islâmico na Síria.

É pura logística: em momentos de operações críticas, generais, analistas e estrategistas trabalham em turnos dobrados, sem tempo para sair dos prédios governamentais para comer.

Apesar de não ser um indicador oficial, a coincidência histórica é notável. O índice "acusou" movimentação antes da Crise do Golfo, da invasão de Granada e, momentos antes de um ataque de Israel ao Irã. Na última semana, também "previu" o ataque norte-americano à Venezuela.

O ataque dos EUA à Síria

Os Estados Unidos realizaram ataques aéreos de grande escala contra posições do grupo Estado Islâmico (ISIS) em diferentes regiões da Síria, informou o Comando Central das Forças Armadas dos EUA (CENTCOM) na tarde de sábado (10).

A ofensiva ocorreu por volta das 12h30 no horário de Nova York e integrou a Operação Hawkeye Strike, autorizada pelo presidente Donald Trump em 19 de dezembro, segundo o Pentágono. A ação foi apresentada como uma resposta direta a uma emboscada atribuída ao ISIS, registrada em 13 de dezembro, nas proximidades de Palmira.

Naquele episódio, dois soldados do Exército dos Estados Unidos e um intérprete civil americano morreram durante o ataque, de acordo com autoridades americanas. Desde então, forças dos EUA vinham conduzindo ações pontuais contra infraestruturas e arsenais do grupo no território sírio.

De acordo com o porta-voz do CENTCOM, capitão Tim Hawkins, mais de 35 alvos ligados ao ISIS foram atingidos na operação mais recente. A ofensiva envolveu o lançamento de mais de 90 munições de precisão e a participação de mais de 20 aeronaves militares.

Times Brasil