O líder do governo no Senado, Jaques Wagner, e o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, são os únicos judeus do Senado e vivem hoje no centro das maiores turbulências políticas do governo Lula - do impasse sobre o STF ao escândalo do Banco Master.
O líder do governo no Senado, Jaques Wagner, e o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, têm em comum mais do que a origem judaica: os dois se tornaram peças centrais da maior crise institucional entre o Senado e o Palácio do Planalto nos últimos tempos. A análise é do jornalista Tales Faria, publicada em seu canal no YouTube.
Segundo Tales Faria, a ruptura entre os dois começou quando cada um passou a defender um nome diferente para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. Wagner apoiava Jorge Messias; Alcolumbre, Rodrigo Pacheco. A não indicação de Pacheco levou Alcolumbre a romper com o governo, deflagrando um confronto que abalou a relação entre o Legislativo e o Executivo.

Jefferson Rudy/Agência Senado
Agora, os dois voltam a aparecer juntos - desta vez, no centro do escândalo do Banco Master. Alcolumbre é apontado como tendo favorecido a instituição financeira no Amapá e no Congresso, recebendo benefícios em troca. Wagner, por sua vez, é citado como tendo recebido um apartamento de um sócio de Daniel Vorcaro no banco. "Os santos desses dois se cruzam muito e causam muitos problemas à República", conclui Tales Faria.
TalesFaria
https://talesfaria.com.br/wagner-e-alcolumbre-dois-judeus-sob-mandinga-da-ubanda/




